Encontrar alternativas mais econômicas para abrir o próprio negócio tem feito os coworkings, ou escritórios compartilhados, ganharem mais força pelo Brasil.

De acordo com o Censo Coworking Brasil 2018, feito pela Coworking Brasil, este tipo de serviço já chegou a todos os 26 estados brasileiros e ao Distrito Federal, somando 1194 unidades, que juntas atendem cerca de 214 mil pessoas.

Com preços atrativos e oportunidades de troca de experiências, muitos profissionais encontraram nos serviços de coworking o empurrãozinho que faltava para transformarem suas ideias em negócios rentáveis.

Dentro de um escritório compartilhado os valores são rateados entre os frequentadores, tornando as despesas fixas, bem diferente de uma sala comercial tradicional, no qual o empresário deve arcar sozinho com todos os custos, que variam de acordo com a frequência de uso.

Prestígio que cabe no bolso

Usar um endereço de prestígio para abrigar a empresa é um dos diferenciais oferecidos por quem opta pelos coworkings. Geralmente, os escritórios compartilhados ficam em grandes centros urbanos, com fácil acesso aos frequentadores.

Alguns coworkings, como é o caso da My Place Office, oferece ainda o serviço de escritório virtual, no qual o empreendedor pode utilizar o endereço do coworking em seu contrato social e materiais de comunicação, aumentando a credibilidade do negócio.

Além de disponibilizar uma estação de trabalho dentro do escritório compartilhado, alguns coworkings oferecem uma sala compartilhada privativa, para que pequenas equipes possam trabalhar agrupadas e com conforto.

Outro serviço bastante procurado pelos profissionais liberais é a sala de reunião. É possível alugar por algumas horas um espaço devidamente equipado para falar de negócios com total infraestrutura e segurança.

A grande vantagem desse serviço é que o interessado não precisa ser cliente do espaço compartilhado para alugar a sala.

Na My Place Office, por exemplo, oferece locação de salas de reunião em todas as suas unidades espalhadas pelo Brasil. Além disso, possui um serviço de atendimento telefônico personalizado, composto por profissionais devidamente treinados, que fazem o primeiro contato, repassam ligações e anotam recados.

O conhecimento de todos esses diferenciais é o que tem motivado tantos profissionais a iniciarem seus negócios ou reestruturá-los dentro de um coworking.

Crescimento menor, mas com lucratividade

De 2016 para 2017 houve um crescimento de 114% no número de coworkings no Brasil, passando de 378 para 810. Em 2018, o aumento já foi de 48%, totalizando 1194 espaços compartilhados.

Mas nem por isso houve queda no faturamento. Se em 2017 foram movimentados 82 milhões, até meados de 2018 o montante já somava 127 milhões. Além disso, 32 mil estações foram criadas e 4 mil pessoas a mais do que 2017 passaram a circular pelos coworkings.

São Paulo é o estado com maior número de coworkings, 465, seguido por Rio de Janeiro (123) e Belo Horizonte (99). A maioria desses espaços compartilhados (55%) está localizada na capital.

Confira as principais informações do Censo Coworking 2018:

  • Faturamento de 127 milhões
  • 1194 espaços de coworking em 26 estados brasileiros e Distrito Federal
  • Receita anual em 2018: R$ 257 mil (9% maior do que em 2017)
  • Lucratividade anual média em 2018: R$ 86 mil (4% menor que em 2017)

 

Serviços

73% – Endereço fiscal
70% – Escritório virtual
57% – Acessíveis a cadeirantes
52% – Bar/Café
42% – Estacionamento próprio
40% – Atendimento em inglês
32% – Acesso 24h
24% – Pets friendly
22% – Realizam eventos mensais
4% – Kids friendly

 

Tempo médio de permanência dos coworkers

27% – De 6 a 12 meses
21% – De 3 a 6 meses
14% – De 12 a 24 meses
5% – Menos de 3 meses
5% – Mais de 24 meses

 

Tamanho médio das empresas que frequentam o espaço

1% – Acima de 12 pessoas
2% – De 6 a 12 pessoas
17% – Individual
18% – De 3 a 6 pessoas
40% – Até 3 pessoas

Conheça a My Place Office

Se você está na busca por um local para estruturar ou reorganizar o seu negócio, conheça a My Place Office. Fundada em 2009, está entre as cinco maiores empresas de espaços compartilhados do Brasil. São 16 unidades espalhadas por cinco estados brasileiros – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Santa Catarina – totalizando 3 mil clientes.

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